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Ginkgo biloba: qual o segredo da árvore que vive mais de mil anos?



Publicado em 28/09/2020

O segredo da longevidade e boa saúde é que elas produzem substâncias químicas que as protegem contra fatores de estresse, como doenças ou secas. A análise genética revelou que o Ginkgo biloba produz seus próprios antioxidantes, antimicrobianos e hormônios protetores, por isso podem viver mais de mil anos, sendo consideradas quase imortais.

Dentre as substâncias terapêuticas presentes no Ginkgo biloba estão os terpenoides e os bioflavonoides, ambas com ação antioxidante, que dentre os efeitos, pode reduzir a velocidade de envelhecimento do cérebro.

 Os neurônios precisam produzir uma substância para que o cérebro fique ativo, a acetilcolina. Para que essa substância se forme, a colina precisa entrar dentro dos neurônios. O Ginkgo biloba age facilitando a entrada da colina na acetilcolina. Assim, pesquisas apontam que ele ajuda a melhorar a memória e a atenção em pacientes idosos.

Pesquisas indicam também que pode auxiliar na dilatação dos vasos sanguíneos e melhorar a circulação, contribuindo para o fluxo de sangue no organismo, inclusive do coração para o cérebro, podendo com isso ajudar em casos leves de labirintite e sintomas de tontura. Adicionalmente, pode ser utilizado como estratégia terapêutica complementar diante de quadros de enxaquecas.

Por contribuir para a melhor circulação em todo o organismo, o fluxo de sangue para o cérebro também ficará maior.

Outra possível utilização é para a diminuição do risco de trombose pela menor agregação plaquetéria, pois inibe o fator de agregação das plaquetas, contribuindo para diminuição da viscosidade do sangue.

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